sexta-feira, 13 de julho de 2007

Tema de hoje: A solidão do espantalho


Como trilheiro espiritual, vos digo: “Escrevem-se na areia os favores e gravam-se no metal as ofensas”. Ao iniciar o caminho esotérico oportunista o jovem caminhante irá se deparar com várias questões. O que fazer quando um ato de caridade é mal interpretado? Existem pessoas no mundo que não são abertas à ajuda. Nem são capazes de abrir seus bolsos para contribuir com o trabalho divino. São pessoas solitárias. Deve-se insistir com esse tipo? Meu irmão, minha irmã, dependendo do tamanho do bolso minha resposta é sim. Não deixe que o rancor os impeça de realizarem seu trabalho. Saibam que sempre é um desafio enorme cativar alguém que duvida de tudo, um cético empedernido. Mas, ao fazê-lo, verão que são os maiores contribuintes esotéricos. Nós, “magos”, sempre insistimos quando a questão é uma campanha para arrecadar recursos. Em nosso chateau, bebericando um estupendo vinho francês, entendemos quais caminhos a percorrer até o objetivo final, a transferência financeira entre as partes em via única. Solitários e espalhafatosos são os caminhos da iluminação.

Direto de Wimblendon, Inglaterra: A imagem acima é de peregrinas esportistas do templo Xu-Ai-tiao se preparando para mais uma competição tântrica internacional. Após o jogo proferi a palestra "A solidão tântrica nirvânica, uma abordagem espalhafatosa sobre a importância da economia na dicotomia dialética", que proferi para 1.500 empresários ingleses. Aos que desejam ter seu blog linkado, nessa casa espiritual, se manifestem. É de graça. Consultas oraculares podem ser enviadas por e-mail para heitorcaolho@gmail.com ou deixadas nos comentários.

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