segunda-feira, 21 de julho de 2008

Tema de hoje: Dos livros


Como trilheiro espiritual, vos digo: "Ler é o melhor remédio". No caminho Ao-Shu-man aprendi o valor que as sagradas escrituras esotérico oportunistas tem. Li milhares de páginas e interpretei os pensamentos do divino nirvânico. Refletindo sobre essas palavras dialéticas foi que surgiu o lampejo de iniciar a Hector Hereeye Foundation e levar a salvação dicotômica a todos os rincões da humanidade. Sugiro aqui, além dos livros inéditos, campões de vendagem e escritos por esse escriba, 3 outros livros de autores parceiros:

Psicologia Tântica e Alquimia Cármica, Carl Marxe: Um profundo livro de aprofundamento na sagrada arte do tantrismo dialético. Nele, o autor discorre sobre as impossibilidades do Id, enquanto ego, de superar o super-ego e penetrar profundamente os mistérios da Grande Obra. Não é um fim em si mesmo, mas apenas um começo de caminhada.

Questões Abertas e Contas Secretas
, São Thomas de Aquino: Como toda a obra de São Thomas, é um excelente guia para aqueles que se iniciam na caminhada esotérica oportunista. Ensina, em detalhes, a sublime arte de esconder seus vastos recursos arrecadados, burlando o fisco e gerando lucros inalcançáveis. Se não achar este título, compre qualquer outro do mesmo autor. Mas é preciso ler com paciência e tempo. Há dicas importantes a serem seguidas pelo caminhante de fé.

A Arte do Êxtase Tântrico, Margareth Sybil Tatcher: Diretamente da ilha de Lesbos a autora apresenta formas sublimes e impensadas de praticar o tantrismo dialético. O seu único inconveniente é ser caríssimo, coerente com os ensinamentos oportunistas difundidos pela Hector Hereeye Foundation. A visão inteligente, sensual, erótica, profunda e não-dogmática do sexo tântrico como forma de aproximação com a força espiritual transformadora do divino nirvânico é a grande tônica. Obviamente que sugerimos que se pratique, sempre que possível.

Direto de Katmandu, Nepal: Na imagem acima uma peregrina lê um dos livros indicados preparando-se para por em prática os ensinamentos apreendidos, juntamente com esse escriba. Logo após proferi a palestra "A leitura cármica, uma abordagem dicotômica da realidade estrtural da educação", para 1.500 empresários nepaleses.

sábado, 19 de julho de 2008

Roma em Coma - Dossiê Nero

A ruína de Roma foi feita em um dia.

Quando Nero observava ensandecido o crepitar daquelas chamas... não se devia isso a algum rato que lhe roera a rede. Tampouco esse louco imperador entenderia que Roma havia sido desmoralizada por obra de Classeguis, seu conselheiro real e o primeiro dos seres humanos a achar que era a reencarnação da Rainha Cleópatra.


Você, meu irmão ou minha irmã, já suspeitou de alguém que parecia estar esperando uma oportunidade para lhe incluir em algum reduto? Já se pegou agindo como aquela pessoa que há algum tempo lhe parecia estranha demais, e que agora você parece estar imitando?


A História registra acontecimentos que podem ajudar a explicar o comportamento humano dos nossos dias. Um manuscrito redigido em papiro revela que o Egito Antigo foi o berço de uma maldição que recairia sobre todos os emergentes impérios cujos governantes ousassem se proclamar os senhores do mundo. A Grande Pirâmide passaria a ser o olho observador da maior de todas as divindades egípcias (Aguerivis), a presenciar a ruína moral desses líderes diante de suas mulheres estupefatas – e foi justamente a partir do ano 30 a.C. que o Império Romano começava a se enquadrar na realização desse vaticínio justamente por haver dominado sob seu jugo o antigo mundo dos faraós.


O imperador Nero havia sido seduzido por uma estranha idéia que Classeguis lhe havia incutido. Este último elaborou um raciocínio estranhíssimo que supostamente apontava as mulheres romanas como causa para os deuses abandonarem Roma nas mãos dos inimigos em batalhas recentes.

Classeguis engrandecia os feitos de Alexandre, aquele líder do império da Macedônia com reputação de “o Grande”, que vivera alguns séculos antes e cuja biblioteca (que levou o seu nome) ficou famosa pelos registros dos bacanais gregos.

E Nero não entendeu que aquilo tudo era fruto do ódio que Classeguis sentia pelas mulheres romanas detentoras (em sua maioria) do domínio absoluto de uma técnica de tantrismo que migrara secretamente do Extremo Oriente – e com isso elas impediam que muitos dos fortes guerreiros do exército romano fossem seduzidos pelos bacanais patrocinados por aquele que acreditava ser uma reencarnação da Rainha Cleópatra.


E aí – da mesma forma que no futuro o “grande” psicanalista Freud viria a colocar a culpa no inconsciente e na mãe de qualquer um que gostasse de sexo - Nero então passou a perseguir as mulheres.


Até que durante um determinado ritual hipnótico urdido por Classeguis ele se convenceu ser mensageiro de uma outra mulher egípcia, que nele deveria incorporar. Em lugar daquele famoso (e já estranho) galhinho preso na orelha, com que o imperador aparece em algumas pinturas, o que se via agora era uma rosa cuidadosamente “ajeitada” ali. A tragédia se desenhou por completo quando, num acesso de fúria, a mulher que supostamente Nero carregava em si aflorou de dentro dele – e foi a primeira vez na História que se ouviu a frase:

- "mutantis mutandis".

Essa expressão de desabafo seria (se fosse nos dias de hoje e em língua portuguesa) traduzida popularmente como “êêêêpa-aaa...(!!!)”.


O resultado foi a visão impressionante de soldados com suas armaduras em louca perseguição às mulheres mais lindas que este mundo até então havia produzido. Não que pretendessem amá-las... mas ao contrário para, em obediência a um comando de Nero, fazerem-nas ficar encurraladas juntamente com alguns cristãos em certos pontos centrais daquela Cidade-Estado.


O resto da narrativa, já se sabe, foi fogo!

Depois, quando as chamas baixaram, Classeguis veio a ser encontrado morto por uma das belas mulheres que conseguira se esconder do lado de fora daquela zona consumida. Alguns registros dão conta de que ela haveria conseguido reconduzir Nero a sua antiga condição de amante do sexo oposto - que a ele era atribuída antes do estranho fenômeno "mutantis mutandis" -, mas o que se sabe é que ele depois acusou os cristãos pelo incêndio de Roma.



Você, meu irmão ou minha irmã, saiba decifrar as mensagens subliminares que podem ser uma espécie de Classeguis na sua vida.

Já observou que, nesta viagem ao longo da estrada chamada vida, muitos tentam empurrar para você aqueles “pratos-feitos” como se o seu próprio instinto natural estivesse errado?

Desconfie, meu irmão ou minha irmã, de quem está a todo instante grudado em você a lhe dizer como fazer para “você ser mais você”. A menos que essa pessoa seja do seu próprio sangue ou seja um claro resultado da lei da atração fluindo sem esforço a seu favor, tome cuidado com sermões e ciumeiras estranhas ou com pedras atiradas contra quem se aproximar de você.

E lembre-se, também, de não querer ser o herói ou a lenda que essa pessoa vai descrever com um certo... “entusiamo”...!

Se você, ao ler isso aqui, ficou intrigado com alguma coisa... saiba que eu não estou lhe avisando de coisa alguma, pois a regra diz:

- “quem avisa, amigo NÃO é”.

Agora, vá e encontre alguém... mas somente se quiser!

terça-feira, 15 de julho de 2008

AMEBA EPOPÉICA – As Origens do Enrosco

No princípio não havia casais.

A unidade celular do Ser conhecia somente a hemoplegia.

Não havia a fricção, não havia aquilo que hoje conhecemos como “o prazer”.

O ente hemoplégico bastava-se a si mesmo.

Onde havia atmosfera, gases e calor... havia condição de vida, porém a sensação resultante era apenas a de um movimento desordenado - o qual gerava o estado que na poesia nórdica era mencionado no primeiro verso da canção Vernavius Namer Disboiandas, cuja tradução mais próxima seria “isolamento auto-infligido”.

Após milhões de ciclos solares, uma perturbação surgiu na atmosfera pangéica, cujos resultados se fizeram notar nos organismos vivos. Parte disso foi a estranha reação alérgica ao isolamento que mais tarde seria classificada como “surtomicometria”, quando o ente unicelular passou a friccionar-se a si próprio num ritual que lembrava uma serpente dando um nó na extensão do próprio corpo. Essa imagem ficou registrada em várias tradições e lendas antigas, sendo muito comum aquele simbolismo de um ofídio que aparece numa autofagia a partir da própria cauda em movimento circular.

O fato é que essa surtomicometria, comparável a uma coceira, acabou por provocar uma explosão orgânica em um desses entes unicelulares quando expostos acidentalmente à radiação de algumas rochas subterrâneas.

Essa foi a origem da bipolação que, em palavras simples, podemos dizer que significou a divisão daquele ser em macho e fêmea, fenômeno que pode ser considerado uma realidade pelo simples fato de que aquilo que hoje chamamos de sensação de clímax, ou prazer, foi registrado na memória genética dos futuros seres que viriam a povoar o orbe terrestre.


A essa altura, meu irmão ou minha irmã, você pode estar perguntando:

- “e a maçã... onde fica nisso tudo?”

Simples, a maçã ainda na existia. Mas, certamente, ficaria na macieira – onde é o seu lugar.

O fato é que o atavismo da raça humana foi construído providencialmente para um futuro reencontro entre essas duas partes.

Doutrinas religiosas futuramente iriam confundir as mentes desinformadas, para fazer parecer que a surtomicometria seria um caminho para a libertação humana do seu apego à materialidade.

Bem, uma lenda nórdica reza que os deuses ficaram maravilhados ao presenciarem o reencontro das duas metades daquele ser unicelular, depois de uma busca frenética em meio aos turbilhões atmosféricos que os haviam separado por milhares de novos ciclos solares.

Os Céus ficaram encantados, diz a narrativa.

O bailado era frenético, uma energia criativa emanava daquele primeiro reencontro.

Um enrosco acontecia, que as Eras futuras consagrariam em meio às tradições populares (e religiosas também) como: "atracação", "coito" ou "cópula".


A essa altura, meu irmão ou minha irmã, você pode estar perguntando:

- “e o barro... o Homem não veio do barro?”

Simples, pois o barro era o ambiente onde aconteciam os reencontros daquelas amebas epopéicas.

Foi desse rala-e-rola no barro que surgiu a primeira das vestes ou roupas como função de adorno, mas não de vergonha.

Foi justamente quando, após cada volteio desses ancestrais na lama, muitas marcas sinuosas ficavam nos corpos de ambos. Isso dava uma impressão de que tudo por baixo daquela película estaria misteriosamente acomodado e apertadinho aos olhos de um e do outro de cada um desses primeiros “casais”. E o curioso é que certas marquinhas de barro às vezes acabavam por modelar e marcar mais interessantemente em um deles do que no outro.

A essa altura, meu irmão ou minha irmã, você pode estar perguntando:

- “e o primeiro casal... não eram opostos – homem e mulher?”

Simples, pois os primeiros seres já começavam a desenvolver inteligência e imaginação. Isso fez com que muitos acabassem por assimilar aquelas marquinhas em padrões semelhantes para alguns grupos conforme eclodiam novas radiações planetárias, vindo a se criarem padrões oportunisticamente influenciados pelo medo de recaírem na autofagia já mencionada anteriormente.

A essa altura, meu irmão ou minha irmã, você pode estar perguntando:

- “e daí... o que eu vou fazer com esse conhecimento?”

Simples: se você ainda não aprendeu a lição, vai acabar como diz aquele título da antiga canção nórdica:
- “Vernavius Namer Disboiandas”

Agora, vá e não seja mais uma primitiva ameba epopéica.

Ame.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Tema de hoje: Das promessas


Como trilheiro espiritual, vos digo: "Prometeu ao divino nirvânico, tem que cumprir". Muitos dos caminhantes de fé neófitos se perguntam: "ajoelhei, tenho que rezar?". Sim, é a resposta. Ao se comprometer com a arrecadação de recursos, meu irmão, minha irmã, não deve falhar, nem fazer corpo mole. Se encontrar obstáculos, use de todos os recursos para cumprir sua missão dicotômica. Mesmo que tenha que engolir sapos. Levar para uma volta, em seu bólido esportivo, como uma Ferrari 599, um doador generoso e abonado em potencial, cheio de areia da praia e com o calção salgado, é um exemplo de desprendimento que é fartamente recompensado, dentro das leis dialéticas. Nós, "magos", nunca prometemos nada, nem a entrada no paraíso nirvânico. Só assim podemos usufruir de nosso chateau e de nossos impecáveis vinhos franceses, sem culpa. Prometidos são os caminhos da iluminação.

Direto de Cartago, Tunísia: Na imagem acima vemos uma peregrina se penitenciando pelas promessas não-cumpridas no rio que cerca a filial local da Hector Hereeye Foundation. Neste mesmo dia proferi a palestra "Os caminhos imperdoáveis, uma abordagem sobre a punição divina nirvânica", para 1.500 empresários tunisianos.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Hollywood – Juízo Final - A Última Trincheira Oportunista



Novas guerras aconteceriam, muitas delas atravessando a Era Cristã.


O Novo Mundo não era assim tão “recém-descoberto”, conforme vocês já tiveram a oportunidade de saber por meio da verdadeira história de Judas Iscariotes.


Na realidade, na Península Ibérica ocorreram fatos importantes tanto quanto a Revolução Francesa do outro lado do mapa.


A parte mais importante de todo o enredo, no entanto, ficou escondida por trás dos holofotes. Quando, em meados do Século XX, Heitor Caolho e Maharishi conversavam secretamente, não era apenas sobre como influenciar a humanidade através de quatro seletos discípulos que ao mundo se revelariam como The Beatles.


Os dois gurus tinham em mente um plano audacioso cujo objetivo era o de dar continuidade ao projeto maior:

- descortinar aos olhos do mundo novas investidas sinistras dos descendentes daquela raça impura (os não-hititas), também ramificados pela Europa, cujos modelos sanguinários foram denunciados na primeira metade do Século XX por Charles Chaplin na obra-prima em que satirizou Hitler naquelas célebres cenas que mostravam “o insano” brincando com o globo.


Talentosos atores e atrizes reuniam-se com grandes diretores, enquanto avançavam as técnicas de filmagens nas décadas seguintes.


Havia pressa.


Nunca a conhecida arte por trás da persona – conforme os gregos chamaram o fenômeno de interpretar – afigurava-se tão importante. Por essa razão, escolas de interpretação eram custeadas pela ainda desconhecida Hector Hereeye Foundation. Pessoas desenvolviam seus talentos em arte dramática através de revolucionárias técnicas de transposição de personalidade mescladas com os exercícios de tantrismo dialético, estes últimos para fortalecimento da vontade com finalidade de resistir às manobras sutis dos grupos que (mesmo até hoje) têm se infiltrado nas artes, quaisquer que sejam, para disseminar a maldade e a dor no orbe terrestre.


Hollywood, que aparentava ser apenas capaz de produzir meros adocicados musicais, já se mostrava uma trincheira a mais na luta do Bem contra o Mal.


E essa guerra secreta ficou cada vez mais acirrada, a ponto de atingir o ápice no momento em que um dos membros da seita Horrificus Desirée foi enviado para eliminar o discípulo mais querido do guru Maharishi, exatamente o beatle John Lennon.


John Lennon havia surpreendido o mundo com o sucesso da música “Imagine”, que compusera após haver conhecido pessoalmente o mago Heitor Caolho – dizendo-se inspirado por haver tido o privilégio de conhecer o criador da técnica do Tantrismo Dialético Dicotômico ao mesmo tempo em que vinha tendo aulas de Meditação Transcendental com o guru Maharishi.


A morte de John Lennon provocou um grande choque no iogue Maharishi, que resolveu retornar à sua vida ascética e recusou sociedade com a Hector Hereeye Foundation.
Hollywood foi sendo cada vez mais influenciada pelos diretores, atores e produtores recém-formados pela Hector Hereeye Foundation – enquanto esta escola da Sabedoria Milenar já se expandia economicamente e era freqüentada por futuros líderes daquelas que vieram a ser conhecidas como “igrejas da prosperidade”.


Registre-se aqui que muitos líderes dessas organizações religiosas desvirtuaram os ensinos de Heitor Caolho e os misturaram com preceitos confusos de suas próprias criações, instituindo autoridades eclesiásticas clonadas da Igreja Católica.


O golpe fatal sobre o ânimo do guru Maharishi não havia abalado Heitor Caolho e, por conseqüência, Hollywood continuou como suporte do Bem.


Grandes produções vêm sendo lançadas desde então, todas com conteúdo esclarecedor ou iluminador, podendo-se citar nessa esteira:


- Hair (ainda na época de parceria dos dois gurus Heitor e Maharishi);
- 2001 Odisséia no Espaço;
- A Última Tentação de Cristo;
- O Nome da Rosa;
- A Lista de Schindler;
- Star Wars (todos, de George Lucas);
- Ghost/Outro Lado da Vida;
- A Insustentável Leveza do Ser;
- A Corrente do Bem;
- Kill Bill (que ajudou a derrotar o mito do tal “sexo frágil”);
- Matrix;
- Harry Potter (com livros e série que têm como autora uma das mais influentes esoteristas oportunistas atuais);
- O Senhor dos Anéis.
- Sex and the City – O Filme.

Aproveitamos para registrar aqui que um certo bruxo brasileiro conseguiu vender a um atravessador de Hollywood os direitos de seu livro principal. A referida negociação está sendo questionada nos tribunais americanos.

Enquanto isso, mentes hostis têm se infiltrado em Hollywood com finalidade de disseminar o caos, o medo e a dor, ou até mesmo de fazer o mundo perder o senso do ridículo. São influenciadores de filmes como:


- O Exorcista (que tem finalidade clara de alimentar a crença em um diabo, com direito a chamas infernais para quem não aceitar a autoridade eclesiástica);
- O Massacre da Serra Elétrica (para alimentar nos seres violentos a sanha pela trucidação);
- Fred e Jason – A Hora do Pesadelo e Sexta-Feira 13 (para espalhar fobias pelo mundo);
- Hannibal -Silêncio dos Inocentes (para insinuar que todo mundo é potencialmente canibal);
- Marte Ataca (para fazer pensar que vida em outro planeta é piada);
- Os Simpsons – O Filme (para igualar todo mundo e o mundo inteiro na birutice);
- 300 (para ajudar Frank Miller a desmantelar a História).

Meu irmão e minha irmã.

A guerra entre o Bem e o Mal é a mesma desde sempre.

De um lado (o do Mal) há sempre alguém desejando dominar as consciências, para espalhar a crença no segregacionismo ou vender a autoridade de religiosos equivocados. Pense em como tentam fazer você ficar dependente da indústria dos medicamentos. Avalie o quanto querem que você tenha medo de se libertar do medo. Observe o quanto empurram você para o abismo da hostilidade contra o seu semelhante por causa da condição social ou da nacionalidade e até da crença religiosa.

Do outro lado, está a Vida ensinando você a pensar no melhor.


1) A não alimentar uma mágoa.
2) A não deixar de acreditar no amanhã.
3) A denunciar, em sua própria consciência, que cruzar os braços é o gesto que desmente o abraço amigo.
4) A entender que a suposta perda da metade da laranja pode significar a revelação de uma nova safra.
5) A perceber que ao acreditar que a vida continua depois da morte... você também poderá amar bastante a vida que tem a vida.

Agora, vá e procure a pulsação de uma boa e afetuosa companhia.

Exiba a sua melhor produção.

O mundo está à espera.


quarta-feira, 2 de julho de 2008

Aviso relevante

O meu psicógrafo anda atarefado, motivo pelo qual não tenho conseguido transmitir meus ensinamentos oportunistas a todos aqueles que buscam um refúgio no esoterismo.

Entretanto, ele decidiu contar a saga dos irmãos siameses onde ele, Rayol, participa da caminhada da humanidade em companhia da Tita Coelho, do daviD, da Mônika, da Alcinéa e do Hank (este último sem autorização, mas os advogados da Hector Hereeye Foundation já estão providenciando). Leiam o primeiro capítulo de Ascaris AQUI.

  ©"Em verdade vos digo", o blog da Hector Hereeye Foundation Template layla-imagem banner Kazuhiko Nakamura

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