quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Tema de hoje: Enchendo o copo alheio


Como trilheiro espiritual, vos digo: “Fácil é sempre ver as faltas alheias, difícil é ver as próprias”. Meu irmão, minha irmã, ao compartilhar o espaço do caminho esotérico oportunista jamais se negue a receber um agrado, seja de quem for. O contribuinte necessitado se manifesta das mais variadas maneiras e, recusando, impedirão a felicidade deste ser, tão necessário ao divino nirvânico. Façam ouvidos de mercador aos protestos daqueles que ainda não aprenderam as manhas do caminho. Deixem-nos espernear. Nós, “magos”, ignoramos os comentários ácidos dos críticos de nossa obra, os críticos que não compramos é claro, e o pouco caso de editores não tão gananciosos. Em nosso chateau, bebendo uma garrafa de soberbo vinho francês, desdenhamos daqueles sem fé, e arquitetamos seu aliciamento. Enchidos e alheios são os caminhos da iluminação.

Direto de Leningrado, Russia: Na imagem acima vemos o que acontece com um caminhante que perdeu a fé esotérica e se empanturrou do prato alheio, sem permissão. Esta situação foi abordada na palestra "A oferenda nirvânica dialética, uma abordagem das alternativas viáveis no trabalho dicotômico" que proferi para 1.500 empresários russos. Aos que desejam ter seu blog linkado, nessa casa espiritual, se manifestem. É de graça. Consultas oraculares podem ser enviadas por e-mail para heitorcaolho@gmail.com ou deixadas nos comentários.

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