domingo, 26 de agosto de 2007

Tema de hoje: A dor passa, mas a beleza permanece


Como trilheiro espiritual, vos digo: “Dor de barriga não dá uma vez só”. Outro dia, refazendo o caminho Ao-Shu-man, encontrei um antigo mestre e amigo. Ele tinha sido meu mentor na fina arte de obter recursos financeiros através de operações derivativas entre mercados mundiais heterodoxos. Apesar de alquebrado e amparado por seguidores demonstrava uma disposição nirvânica invejável. Saudei-o. perguntei-lhe a razão de continuar seu caminho oportunista mesmo bastante doente e rico. Respondeu-me, “A fé esotérica oportunista é um templo que deve ser construído passo a passo até o ultimo minuto de sua vida. Não esqueça, pequeno gafanhoto, que nós passamos, mas nossa obra divina permanece. E ela precisa de fundos inesgotáveis para se tornar eterna”. Com essas palavras despediu-se e continuou seu caminho. Meu irmão, minha irmã, um verdadeiro caminhante aprende com seus mestres. Espelhem-se nessa singela lição e sejam verdadeiros arrecadadores. Nós, “magos”, construímos nossos templos sobre nosso esforço contínuo. E nada melhor do que retornar ao nosso chateau, engrandecido, para desfrutar de uma taça de valioso vinho francês ao pôr-do-sol. Doloridos e belos são os caminhos permanentes da iluminação.

Direto de Braga, Portugal: A imagem acima é de uma peregrina meditando sobre as vissitudes do nirvana tântrico antes da palestra “A dor dialética nirvânica, uma abordagem permanente da beleza espiritual dos fundos emergentes dicotômicos”, que proferi para 1.500 empresários portugueses. Aos que desejam ter seu blog linkado, nessa casa espiritual, se manifestem. É de graça. Consultas oraculares podem ser enviadas por e-mail para heitorcaolho@gmail.com ou deixadas nos comentários.

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