domingo, 23 de setembro de 2007

Tema de hoje: Sidney: nas montanhas azuis


Como trilheiro espiritual, vos digo: “O casamento monogâmico dialético é como uma armadilha para enguias: as que estão fora querem entrar e as que estão dentro querem sair”. Certa vez, no caminho Ao-Shu-man, fui ter nas montanhas Ao-Mao-nu. Lá chegando ouvi uma lenda contada por um velho e sapiencial sábio. Dizia ele que aquelas montanhas foram palco de um grande evento esotérico oportunista. Ali nascera a milenar arte do tantrismo dicotômico. Não posso entrar em maiores detalhes, apenas dizer que provamos que o casamento monogâmico não é exatamente uma benção. A arte do tantrismo somente pode ser transmitida para aqueles que realmente tem fé e alcançaram o nível de recursos mínimo para se habilitar ao grau de “mago”. Meu irmão, minha irmã, o alcance da trilha espiritual é muito maior do que imagina. Nós, “magos” estamos à disposição, em nosso chateau, para maiores informações. Uma última dica, o vinho francês que bebemos pode ser utilizado no ritual. Montanhosos e azulados são os caminhos da iluminação.

Direto de Palmerston, Austrália: Na imagem acima uma peregrina prepara-se para o ritual do tantrismo dicotômico. Como celebrante e convidado especial fiz as honras e logo depois proferi a palestra "A união transcedental dialética nirvânica, uma abordagem reflexiva sobre a busca do relacionamento nos caminhos dicotômicos”, que proferi para 1.500 empresários australianos. Aos que desejam ter seu blog linkado, nessa casa espiritual, se manifestem. É de graça. Consultas oraculares podem ser enviadas por e-mail para heitorcaolho@gmail.com ou deixadas nos comentários.

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