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sexta-feira, 20 de junho de 2008

JUDAS ISCARIOTES – A História Nunca Antes Contada


Em meados do segundo milênio antes de Cristo, a guerra foi se tornando extremamente renhida na cidade de Tróia.

Os povos não-hititas (assim conhecidos por se saber que não valiam “aquilo” que o gato enterra) foram expulsos da região, havendo alguns dentre eles que foram ter paradeiro em terras continentais jamais contempladas pelas Grandes Civilizações. Foi assim que as áreas planetárias conhecidas hoje como Américas já eram palcos de incursões de todo tipo de nômades, sendo esse o caso do refugo humano cujo nome “de cidadão” era Aparcacius.

Esse patriarca gerou Terpecius, o mais sádico dos adoradores da larva que crescia no fruto de nome Psidium-guarava, o qual é conhecido cotidianamente em nossos dias como “goiaba”.

O fato é que o famigerado Terpecius passou a ser temido (mais do que nunca) após as narrativas que se espalharam, que o descreviam usando um pequeno punhal como ferramenta para perfuração de crânios de prisioneiros ainda vivos com finalidade de introduzir (pelos orifícios artesanalmente produzidos) exemplares das larvas-de-goiaba que avançavam para o interior do cérebro da vítima. É claro que isto dava origem a muitos zumbis, que perambulavam ao ritmo das gargalhadas do cruel líder descendente de Aparcacius.

Sim, ocorreu que Terpecius, da linhagem de Aparcacius, gerou Ismaradonius – que, por sua vez, deu origem à linhagem dos Iscariotes.

Descobertas arqueológicas ligadas aos Pergaminhos do Mar da Patagônia dão conta de que os Iscariotes habitaram as terras continentais que futuramente seriam conhecidas como a América do Sul – e especificamente a atual Argentina.

Os Iscariotes eram seres que conseguiam a façanha de intencionalmente serem confundidos com qualquer povo de sua época cuja aparência lembrasse os povos da Mesopotâmia. Até mesmo logravam êxito em forjar uma identidade correspondente ao lugar onde se infiltrassem, o que resultou em muitos deles migrarem para vários lugares das bandas do Oriente Médio.

Foi do meio dessa escória que surgiu Judas Iscariotes, um ardiloso adorador da larva-da-goiaba. E junto com ele veio a conhecimento da humanidade a maior de todas as sagas envolvendo a traição de um ser humano sobre outros.

Iscariotes deu início a um plano que o levou a assumir uma identidade acima de qualquer suspeita em meio a um povo oprimido pela tirania de Roma.

O seu intento: implantar um sistema de barganhas com os povos dominantes e tiranos daquela época, visando a conseguir aumentar o peso da dominação dos respectivos déspotas, até que conseguisse (em troca) algum material humano vivo que lhe servisse para colecionar cobaias das práticas com as tais larvas-da-goiaba.

O tempo consagrou um relato muito superficial, porém igualmente chocante, de um entre doze discípulos do maior de todos os Mestres da sabedoria (jamais igualado neste planeta) – que, em uma trágica trajetória de aproximação de um Iscariotes covardemente a outros onze seguidores deste, produziu a cena do beijo mais repugnante dentre todos os já oferecidos a um ser vivo em toda a História.

Nas narrativas esotéricas há sempre uma referência em código cifrado que, quando traduzida, demonstra que o Mestre (o Cristo traído por aquele beijo) apareceu em visão e sonhos premonitórios a líderes de coração puro, por diversas vezes, escrevendo-lhes no coração a famosa frase que se tornaria refrão de canções que tivessem como inspiração uma grande causa humanitária.

- “Não chores por mim, Argentina”.

Esse é, na verdade, um mantra que tem o poder de aplacar a ira dos Céus que está sempre na iminência de se abater sobre um povo que se desenvolveu sob o estigma de uma culpa que não lhes pertence:

- ter como ancestral um descendente dos Iscariotes, da linhagem de Ismaradonius, - e, portanto, desses que vieram da estirpe dos adoradores da larva-da-goiaba.

Que o Divino Nirvânico se apiede deles!

terça-feira, 25 de março de 2008

A Amora do "RUSH" - Uma Abordagem Holística








Diz a crença esotérica que no início de tudo não havia ansiedade ou depressão.





A pressa era a mesma coisa que conspirar contra a perfeição.





Até que alguém resolveu apressar a cultura das amoras ainda na fase flor.





Na ânsia pelo resultado, praticou-se sem atenção o amor a dois no meio do matagal.

E assim foi sufocado o brilho tântrico da relação.





O ser humano aprendeu a pressa como regra para tudo, baseando-se apenas no sabor transgênico da amora amadurecida por estímulo artificial.

Hoje, um dos antídotos contra a vida moderna estressante pode ser encontrado naturalmente através do cuidado maternal da amamentação. E isso é refletido na atração natural do bebê pelo seio materno, de onde extrai os anticorpos que durarão até que o ser humano alcance certa idade.

Escrevi sobre a simbiose da relação homem-mulher que lembra o seio materno em meu livro “T-Taciclina – A Volta às Origens”.


Nas imagens vishunianas acima vemos o simbolismo de dois recursos naturais da imunização orgânica, com origens nos ditames da Natureza.

Meu irmão e minha irmã, o mal dos nossos dias conhecido como “stress” pode ser combatido e até mesmo evitado.





As irmãs divulgadoras do tantrismo dialético esperam sua visita em uma das regionais da Hector Hereeye Foundation, para que possa aprender sobre nossas técnicas de combate ao Tetrapressismo Crônico destruidor do “clima” entre casais.

sábado, 22 de março de 2008

O BEIJO DA SEROTONINA - Ciência ou Religião?




Um estranho rebuliço espalhou-se pela primeira vez no Vaticano.
O Papa convocara um concílio extraordinário, uma espécie de Assembléia Constituinte dos santos, desta vez com a finalidade de se votarem novas regras para admissão das pessoas no Céu, quando morressem.
É que a Igreja estava sendo acusada de injustiças na formulação dos seus credos. Ela não havia acompanhado os avanços da Ciência e, assim, as pessoas estavam sendo ensinadas de forma errada sobre pecados e sobre Inferno e Purgatório. Era necessário, dizia o novo Papa, que fossem revistos os critérios sobre as penas eternas para dois pecados: a gula e o homicídio.
Tudo porque o Santo Papa Vráuzio Darela (que tinha sido médico “global” no Brasil) havia formulado um raciocínio espantoso, que tinha deixado a todos assustados com o novo significado que tudo assumiria dali por diante.
Como poderia a Igreja do século XXI sustentar que a gula representava uma culpa suficiente para levar pessoas ao Purgatório, sob risco até de irem parar no próprio Inferno, se a medicina já havia provado que tudo não passava de distúrbios glandulares que levavam a pessoa a comer mais do que precisaria para sobreviver?
E os homicidas? Pior, ainda. Como poderiam ser condenados ao fogo eterno, se eles são apenas vítimas de um certo desentendimento com essa tal de serotonina, aquele resíduo que segrega para dentro do cérebro, e cuja ausência acaba tumultuando o senso de equilíbrio deles?
Alegavam os críticos que seria preciso separar melhor as coisas, pois era uma questão de justiça - e de justiça divina!
E, levando em consideração que a Igreja tinha a obrigação de mostrar a verdade aos seus fiéis, nada mais justo do que rever certas posições!
O melhor mesmo era deixar que a própria lei dos homens cuidasse dessas falhas humanas, dizia Sua Santidade, pois a Justiça de Deus não iria barrar as pobres vítimas das glândulas e de distúrbios da falta de serotonina, quando batessem às portas do Céu.
Que vexame seria... achar que o ser humano poderia ser culpado, se seus atos eram apenas como os atos de um robô, por não poder desobedecer aos comandos das descargas químicas ou por lhe faltar serotonina no cérebro!
A coisa estava se complicando, porque, nesse caso, os portadores de comportamentos homicidas, por exemplo, poderiam pagar por alguns atos aqui na Terra, mas Deus certamente entenderia de outra forma, pois a própria medicina terrestre demonstrava claramente que tais pobres pecadores agiam como robôs sem qualquer poder de escolha entre os pensamentos bons e os ruins!
Corriam até notícias de que o grande Mel Gibson ia refazer o filme da Paixão, para colocar efeitos especiais mostrando as coisas que aconteciam nos cérebros da turba enquanto gritava “crucifiquem-no” – e com isso esse hollywoodiano iria se limpar da acusação que lhe pesava de anti-semitismo. E aquela cena de Pedro cortando a orelha do soldado romano com a espada? Dá até para imaginar aquela imagem de computador mostrando uma ultrassom da cabeça de São Pedro por dentro, com uma coisa azulada piscando, ficando só um pouquinho dentro do cérebro dele, instando-o para que ele puxasse aquela lâmina e a brandisse em direção à cabeça do coitado...!
A questão era que praticamente não se poderia saber se a pessoa tinha ou não condição de escolher pensamentos bons para cultivar! E se o sujeito fosse andando pela rua, despreocupado, contente, assoviando... e... (ZUPT!)... tivesse um vazamento de serotonina, por ter casualmente batido a cabeça?
E as pessoas que não vão à Igreja, que não freqüentam as missas, que não rezam... será que elas não são vítimas de uma causa orgânica ainda não descoberta? Será que não há uma substância ainda desconhecida que as obriga a somente pensar em futilidades?
Uma outra idéia ainda mais grave passava-se na cabeça de todos. Não seria melhor que todos os membros do clero fossem escolhidos através de rigorosos exames médicos capazes de detectar os distúrbios glandulares (por causa da gula) e as taxas de serotonina? Assim seria fácil de se saber quem tem (ou não) alta/baixa taxa de serotonina (benigna ou maligna, conforme o caso).


Aguardem os estudos que brevemente serão divulgados sobre o Tetrapressismo Crônico e sua relação com a serotonina.