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domingo, 20 de janeiro de 2008

Tema de hoje: O sal da terra


Como trilheiro espiritual, vos digo: "Honra ao divino nirvânico com os teus bens e com toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares". O caminhante de fé sabe o valor espiritual que tem. Conhece o ambiente que o cerca, identificando os potenciais doadores, generosos e abonados. Levamos à sociedade a palavra divina nirvânica. Palavras de esperança e conforto. O mundo cármico seria muito sem graça se o oportunismo não existisse. Meu irmão, minha irmã, você faz a diferença contábil. Preocupe-se com seu trabalho e as recompensas surgirão, naturalmente. Nós, "magos", percebemos as angústias materiais dos que nos cercam. Trabalhamos contra a frustação da humanidade com afinco. Sabemos que nem todos podem ter uma Ferrari 599, razão pela qual consolidamos acordos com outros fabricantes de bólidos esportivos. Em nosso chateau, cercado de valiosos vinhos franceses, criamos uma forte rede de relacionamento, nos inserimos na sociedade e, quando solicitados, ajudamos nossos seguidores, a juros módicos. Salgados e terrenos são os caminhos da iluminação.

Direto de Savannakhet, Laos: Na imagem vemos monges peregrinos realizando o ritual Tuan-Tuan-rui nas terras da filial local da Hector Hereeye Foundation. Após o ritual proferi a palestra, "O sal transcedental dialético, uma abordagem material do mundo cármico dicotômico”, para 1.500 empresários laosenses. Aos que desejam ter seu blog linkado, nessa casa espiritual, se manifestem. É de graça.

A partir de hoje estarei respondendo às consultas oraculares na seção Espiritualidade/Mago Responde do "O Pensador Selvagem". Enviem por e-mail para heitorcaolho@gmail.com ou acessem AQUI e façam sua consulta.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Tema de hoje: Sincronicidade


Como trilheiro espiritual, vos digo: “Honesta fama est alterum patrimonium”. Certa vez, em Paris, soube que o grande líder religioso, Dalai Lama, estava em uma grande solenidade local. Tentamos fazer contato, mas por questões de ordem divina nirvânica, a oportunidade passou. Como o mundo esotérico oportunista dá voltas, ao viajar para o Laos, e chegando na cidade de Savannakhet, cansado, ao adentrar o bar do hotel, onde estava hospedado, encontrei-me com, nada mais nada menos, que o Dalai Lama! Depois de efusivos abraços e congratulações mútuas comemos alguma coisa acompanhado de um incomparável vinho francês, que havia trazido do meu chateau. Acertamos nossas estratégias e cada um foi para seu lado. Meu irmão, minha irmã, não se deixe abater por desencontros de agenda, o destino sempre dá um jeito. Sincronizados são os caminhos da iluminação.

Direto de Vang Vieng, Laos: A imagem acima é de peregrinos orando nas dependências locais da Hector Hereeye Foundation antes da palestra “O movimento dialético sincronizado versus o caos nirvânico, uma abordagem vivencial e vívida do fluxo inesgotável e divino de recursos dicotômicos”, que proferi para 1.500 empresários laoenses. Aos que desejam ter seu blog linkado, nessa casa espiritual, se manifestem. É de graça. Consultas oraculares podem ser enviadas por e-mail para heitorcaolho@gmail.com ou deixadas nos comentários.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Tema de hoje: O que tenho nas mãos


Como trilheiro espiritual, vos digo: “Pouco importam as notas na música, o que conta são as sensações produzidas por elas”. Há muitas estórias envolvendo o grande mestre divino Buda e seus discípulos. Buda era dado a parábolas esotéricas do mais alto nível. Nunca deixou-se levar pelas provocações dos infiéis e puxa-saquismo de quem o acompanhava. Certa vez, cercado de monges, mostrou uma chave. Sem maiores explicações aguardou pacientemente que os que o cercavam dessem suas opiniões. Um discursou sobre a importância esotérica da chave e de como ela representa a entrada no ambiente divino. Outro, mais arrojado, discorreu sobre uma nebulosa estória sobre o início da humanidade. No fundo da platéia se encontrava um humilde monge, esfarrapado. Ele se levantou, caminhou até Buda, pegou sua chave e saiu. Os outros monges ficaram estupefatos. Ouviram o ronronar poderoso do motor de um bólido esportivo e, ao olharem pelas janelas do templo, viram o pobre e humilde monge saindo com uma Ferrari 430 Spyder. Enquanto isso, Buda sorria. Inquisitivos se voltaram ao grande mestre. Buda disse: “Os incrédulos se satisfazem com as palavras. Aquele que tem fé sabe que um gesto deve ser interpretado de forma simples. Ele apenas notou que a chave era de um carro. E deduziu corretamente que estava entregando a propriedade para alguém. Não necessito de uma Ferrari”. Meu irmão, minha irmã, o verdadeiro trilheiro oportunista se concentra na simplicidade de adquirir recursos para sua jornada. Não titubeia quando se trata de analisar fatos concretos. Só assim poderá triunfar ao final da jornada. Nós, “magos”, não titubeamos e conquistamos nosso chateau e o abastecemos com vinhos franceses graças a nossa sagaz simplicidade. Manuais e proprietários são os caminhos da iluminação.

Direto de Paksong, Laos: A imagem acima é do meu amigo e grande sábio Shi-Sheng-mu que participou como painelista de minha palestra "O verdadeiro significado do ter e poder tântrico nirvânico, uma abordagem sobre a importância da dicotomia dialética da simplicidade", que proferi para 1.500 empresários laosinos. Aos que desejam ter seu blog linkado, nessa casa espiritual, se manifestem. É de graça. Consultas oraculares podem ser enviadas por e-mail para heitorcaolho@gmail.com ou deixadas nos comentários.